
Gerir um condomínio exige mais do que apenas pagar as contas do mês. Um síndico de sucesso precisa olhar para o futuro para garantir a saúde financeira do empreendimento e evitar aquelas taxas extras que tanto incomodam os moradores.
Muitos gestores cometem o erro de apenas replicar os valores do ano anterior, esquecendo-se de variáveis econômicas, manutenção preventiva e projetos de melhoria. Uma previsão orçamentária bem estruturada oferece transparência aos condôminos e segurança para a tomada de decisão. Neste artigo, vamos explorar os passos fundamentais para montar um orçamento realista e eficiente.
O primeiro passo para olhar para o futuro é entender o passado. Antes de projetar 2026, é necessário fazer um levantamento detalhado das despesas de 2024 e do comportamento financeiro de 2025 até o momento. Verifique onde ocorreram os maiores gastos. A conta de água aumentou drasticamente? Houve muitas manutenções corretivas nos elevadores?
Utilizar os relatórios gerenciais da sua administradora facilita essa tarefa. Na CMPremium, por exemplo, o síndico tem acesso a uma prestação de contas digital e transparente, o que ajuda a identificar gargalos financeiros e sazonalidades, como o aumento de energia no verão ou gastos com jardinagem na primavera.
Um orçamento estático não sobrevive à realidade econômica. Para 2026, é fundamental considerar os índices de inflação (como o IPCA e o IGPM) que impactam diretamente os contratos de prestação de serviços, como segurança, limpeza e conservação.
Outro ponto de atenção é o dissídio coletivo dos funcionários do condomínio. A folha de pagamento costuma representar a maior fatia das despesas ordinárias. Ignorar os reajustes salariais e de benefícios pode gerar um déficit significativo no caixa logo nos primeiros meses do ano.
Uma confusão comum é misturar o custo de manutenção do dia a dia com obras de melhoria. A previsão orçamentária deve focar nas despesas ordinárias — aquelas necessárias para o condomínio funcionar (luz, água, funcionários, seguro, manutenção básica).
Obras, pinturas de fachada ou modernização de áreas comuns devem ser tratadas como investimentos. Para esses casos, o ideal é planejar um Fundo de Obras específico ou aprovar arrecadações extras em assembleia, mantendo a taxa condominial mensal estável e previsível para os moradores.
Por mais eficiente que seja a cobrança, contar com 100% de recebimento das cotas condominiais é arriscado. Ao montar a previsão para 2026, inclua uma margem de segurança baseada na taxa média de inadimplência do seu condomínio.
Isso evita que o síndico precise recorrer a empréstimos ou deixar contas atrasadas caso alguns moradores não paguem em dia. Uma administradora com um setor de cobrança ativo, como a CMPremium, ajuda a manter esses índices sob controle, mas a prudência no planejamento é indispensável.
O Fundo de Reserva existe para emergências, não para cobrir erros de cálculo na previsão orçamentária. Se o condomínio usa esse recurso constantemente para pagar contas de consumo, é sinal de que a cota mensal está mal dimensionada. O planejamento para 2026 deve garantir que a arrecadação ordinária cubra todas as despesas fixas, preservando o Fundo de Reserva para situações realmente urgentes e imprevistas.
Elaborar uma previsão orçamentária assertiva exige conhecimento técnico e análise de dados. Contar com o apoio de uma administradora experiente faz toda a diferença. A CMPremium oferece suporte total ao síndico, com gestão financeira e contábil que assegura um planejamento alinhado à realidade do condomínio e à legislação vigente.
Com mais de 23 anos de experiência e atuação em Curitiba, Londrina, Ponta Grossa, Balneário Camboriú e São Paulo, nossa equipe ajuda a transformar números complexos em uma gestão tranquila e eficiente.
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